Educacional destaca como a união entre o lúdico e a tecnologia desenvolve resiliência, lógica e cultura STEAM em crianças de 3 a 10 anos.
“Brincar” em sala de aula deixou de ser apenas recreação para se tornar uma das ferramentas pedagógicas mais poderosas do século XXI. Segundo o Educacional — área de negócios da Positivo Tecnologia —, a robótica educacional e a participação em torneios como a FIRST® LEGO® League são fundamentais para engajar alunos e desenvolver alfabetização científica desde os anos iniciais.
Alex Paiva, head de produtos da empresa, defende que quando a tecnologia é aplicada com propósito, formam-se aprendizes confiantes. “Esses torneios não são apenas um campeonato. Eles se tornam uma oportunidade de os alunos pensarem, colaborarem e experimentarem”, afirma.
Muito Além da Competição: A Metodologia 5E
A participação em desafios de robótica vai além de montar peças. Ela insere o aluno em um ciclo de aprendizagem ativa, frequentemente baseada no modelo 5E (Engajar, Explorar, Explicar, Elaborar, Avaliar).
Nesse ecossistema, o erro não é punitivo, mas parte do processo. Ao lidar com resultados inesperados na programação de um robô, a criança aprende a:
- Persistir e Revisar: Fortalecimento da resiliência.
- Gerir Emoções: Controle de ansiedade e preparação psicológica para disputas.
- Trabalhar em Equipe: Colaboração real para resolver missões complexas.
Começando Cedo: De 3 a 10 Anos
O Educacional coordena no Brasil duas categorias essenciais da FIRST® LEGO® League, focadas na base da formação escolar:
- Discover (3 a 6 anos): Introdução lúdica aos conceitos de construção e descoberta.
- Explore (6 a 10 anos): Primeiros passos na engenharia e programação básica.
Ao introduzir esses conceitos na infância, a robótica deixa de ser um “extra” e vira uma ferramenta estruturante que conecta teoria à prática. Temas globais como energia sustentável, oceanos e cidades inteligentes saem dos livros e viram desafios palpáveis na mesa de competição.
“Quando a tecnologia é usada com propósito pedagógico, criamos aprendizes confiantes, criativos e preparados para o futuro”, conclui Paiva.





