A Positivo Casa Inteligente anunciou hoje, 23 de fevereiro de 2026, uma nova visão estratégica para o futuro das residências no Brasil. O movimento marca a transição das casas conectadas — baseadas em comandos isolados — para ecossistemas vivos, onde as casas inteligentes e a inteligência artificial trabalham juntas para criar ambientes autônomos, seguros e altamente personalizados.
Segundo a empresa, o valor real da tecnologia agora reside na capacidade de transformar dados brutos, gerados por sensores e câmeras, em inteligência aplicada que antecipa as necessidades dos moradores.
O Que é AIoT e Como Ela Transforma seu Lar?
O conceito central dessa evolução é a AIoT (Artificial Intelligence of Things). Trata-se da união entre a conectividade da Internet das Coisas (IoT) com algoritmos de aprendizado de máquina.
Diferente de uma casa que apenas “obedece” quando você acende uma lâmpada pelo celular, a integração entre casas inteligentes e IA permite que a residência aprenda com a rotina:
- Automação Preditiva: O sistema regula iluminação e climatização com base no histórico de presença e preferências, sem intervenção manual.
- Segurança Inteligente: A IA diferencia movimentos rotineiros (como o de um animal de estimação) de eventos atípicos, reduzindo falsos alertas.
- Eficiência Energética: O ecossistema analisa padrões reais de uso para cortar desperdícios, apoiando decisões mais sustentáveis e econômicas.
Dados: O Coração da Casa Inteligente em 2026
Para Rafael Sczcepanik, gerente de produtos da Positivo Casa Inteligente, a interoperabilidade é a chave desse novo modelo. Os dispositivos de diferentes categorias — como fechaduras, geladeiras e sistemas de monitoramento — precisam “conversar” entre si para que os dados não fiquem isolados.
“A casa conectada deixa de ser apenas um conjunto de gadgets e passa a atuar como uma plataforma viva, capaz de aprender e evoluir”, afirma Sczcepanik.
Pilares de Segurança e Privacidade
Com a casa gerando e interpretando dados constantemente, a Positivo reforça que a criptografia e o controle rigoroso de acesso são pilares fundamentais. A transparência no uso dessas informações é o que garante que a evolução tecnológica não comprometa a privacidade do usuário.
A evolução para ecossistemas orientados por dados promete uma experiência mais natural, onde a tecnologia se adapta ao ser humano, e não o contrário.
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